quarta-feira, 18 de novembro de 2015

EU NA CIDADE DE SÃO PAULO: CONVIVÊNCIAS E ENCONTROS: PRAÇAS, PARQUES E JARDINS























DANDO CONTINUIDADE ÀS DISCUSSÕES FEITAS ANO PASSADO, EM 2014, SOBRE AS PERMANÊNCIAS E MUDANÇAS NO BAIRRO QUE CULMINARAM EM UM ABAIXO ASSINADO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA PRAÇA NO TERRENO BALDIO QUE FICA EM FRENTE À ESCOLA, ESTE PROJETO OBJETIVA DISCUTIR  SOBRE OS ENCONTROS E A CONVIVÊNCIA NOS ESPAÇOS PÚBLICOS QUE SE DESTINAM A ISSO. ALÉM DISSO, PRETENDEMOS  DEBATER SOBRE ESPAÇOS PÚBLICOS, APROPRIAÇÃO PELA COMUNIDADE, RESPONSABILIDADES, INTERVENÇÕES E PODERES, CULMINANDO DA EFETIVAÇÃO DA PRAÇA ALMEJADA.


Nome: Felipe da Silva Ferreira

  

TCA 2015


O TCA teve inicio ao projeto dia 25/08/2015. Subimos para a sala de vídeo e conversamos sobre o tema do trabalho e, tivemos conhecimento sobre as praças mundiais e sobre as de nosso bairro. Fizemos observações do entorno da escola, tiramos fotos de barrancos, lixos e etc. Dias depois pegamos os materiais, bem como terra para nosso futuro jardim na escola O marido da professora Solange nos ajudou em nosso projeto fazendo artesanato com pneus velhos. Colocamos a mão na massa e fomos ao jardim plantar. Recebemos a arquiteta para saber como será realizada a obra da praça que pedimos, ela nos explicou como seria a entrega. Plantamos mais no jardim e recebemos os conselheiros municipais, fizemos um lanche com ele e discutimos como seria a entrega da obra. Ganhamos plantas de todos os tipos para o nosso jardim.

Nome: Elielson

Impressões do TCA


No inicio do TCA em 25/08 nós falamos sobre o projeto, o que iríamos fazer e, vimos às praças do mundo e comparamos com as nossas praças locais. No dia 11/09 nos reunimos na sala de vídeo e continuamos a ver as fotos das praças. A professora Solange nos solicitou que fossem encaminhadas mais fotos inclusive de córregos e dos lixos em nosso bairro. Saímos para o pátio para ver o lixo que existe atrás da escola. Vimos o projeto da praça.



Nome: Gabriel Silva de Andrade

Impressões do TCA


O início do TCA foi em 25/08, vimos às praças ao redor do mundo para que tivéssemos ideia para a nossa conversa com o Sr. Henrique e com a arquiteta para que possamos ter uma praça e nos divertir com os amigos. Depois fizemos um jardim em nossa escola. A nossa professora pegou alguns pneus pediu ao seu marido fazer alguns artesanatos.







Nome: Renan R.

Impressões do TCA
Em 25/08/2015 foi o dia que iniciou nosso TCA. Começamos falando sobre as melhores praças do mundo. Logo depois conseguimos um encontro com uma arquiteta da subprefeitura para tentar realizar o projeto da construção da praça. Conversamos também com o conselheiro municipal, Sr. Henrique que nos ajudou levando nossas ideias para montarmos um projeto para a construção da praça em frente a nossa escola.


Nome: Pedro Henrique Rocha Paulino

Impressões do TCA

Nosso TCA iniciou em 25 de Agosto de 2015. Levamos nosso TCA para a sala de vídeos e lá discutimos sobre o que iriamos fazer, decidimos fazer uma praça na frente da escola, depois disso tivemos contato com a subprefeitura do estado de SP. Conversamos com eles sobre a praça da frente da escola e nos disseram que iriam realizar nosso projeto. Mandaram ao nosso encontro uma arquiteta para que pudéssemos conversar sobre a nossa praça e ela nos disse que a maioria das coisas que queríamos fazer, não seria totalmente possível, pois a prefeitura não dispõe de verba suficiente para fazer a praça. Conhecemos também o Sr. Henrique, conselheiro da subprefeitura, e também nos explicou que a maioria dos nossos pedidos para colocar no projeto por conta da falta de materiais. Conseguimos arvores e ate o momento esta dando certo.

Nome: Lucas de Oliveira


Impressões do TCA

O nosso TCA teve inicio no dia 25/08/2015. Neste dia olhamos o projeto que a professora elaborou, também olhamos praças ao redor do mundo. Nossa professora pediu que enviássemos fotos das ruas e das áreas de lazer que temos nas redondezas de onde moramos. Começamos a pintar pneus recortados em forma de xicara e animais. Conseguimos falar com uma arquiteta e um conselheiro municipal sobre a praça que nós queríamos construir no terreno da frente da escola.




Nome: Brenda Marques

Impressões do TCA

Esse ano o nosso TCA teve o tema eu na cidade de São Paulo, nós começamos o TCA falando sobre praças,  as praças do mundo, nós vimos muitas fotos de diversas praças do mundo, e as professoras pediram para nós para fazermos comparações com as praças bonitas que vimos,  e as praças nos nossos bairros, e nessas comparações chegamos a várias conclusões, as nossas praças estão totalmente ruins, acabadas, e não devia ser assim. Nós junto com as professoras Solange e Vilma, conseguimos uma praça, só que não é bem assim, a praça ainda não saiu, mais a gente conseguiu fazer com que essa praça fosse aprovada e agora estamos esperando essa praça sair, tivemos encontro com a arquiteta Andrea e ela nos ensinou muitas coisas sobre uma planta, nos ensinou como fazer uma planta de um lugar, por exemplo, a praça, tiramos muitas dúvidas com ela e inclusive conseguimos muitas árvores e mudas de plantas para plantarmos na escola! Tivemos também um encontro com o conselheiro Henrique, ele nos explicou muitas coisas que nós não sabíamos,  não sabíamos que existia toda uma política pra essa praça sair, aprendemos que por trás de tudo infelizmente tem política,  e lá na sub prefeitura tem dois lados de dois candidatos, o Henrique apoia um e a Andrea outro,  mais ainda assim temos esperanças de que logo essa praça irá sair, tivemos também um lanche delicioso no dia em que o Henrique veio nos visitar! Fora a praça, nós fizemos muitas outras coisas, fizemos reciclagem com os pneus velhos, o marido da nossa professora Solange, ele faz coisas incríveis com os pneus, ele transformou em várias coisas, animais, xícaras, e vários objetos, e foi isso que ele fez pra a gente transformou os pneus velhos, em animais e outras coisas e 
nós pintamos do jeito que achamos que estaria bonito, e realmente ficou maravilhoso, e colocamos esses pneus no jardim da escola, que estava acabado, dentro dos pneus transformados nós plantamos várias plantas e transformamos aquele jardim sem vida, em um jardim perfeito! Todo mundo comenta sobre ele, deu trabalho para conseguirmos pintar, plantar mais todos nós conseguimos, aprendemos muito sobre reciclagem, fizemos um trabalho sobre como se faz o pneu e a garrafa pet, e quanto tempo eles duram! É esse TCA desse ano foi incrível, conseguimos fazer muitas coisas,  e ainda temos algumas coisas pra fazer, estou muito feliz, pois ano que vem vou embora da escola, e eu estou feliz por que eu sei que eu ajudei a escola, não só eu mais todo o nosso grupo do TCA! Espero que não demore muito pra a nossa praça sair, mais a nossa parte nós fizemos e isso já nos deixa muito feliz!





Nome: Felipe da Silva Ferreira

Como é o processo do pneu?

Atualmente, o pneu conta com um tipo especial de borracha, produzido por meio de uma mistura de borracha natural, borracha sintética e negro de fumo. Confira as etapas de fabricação de um pneu:
1. Mistura: pigmentos, químicos e até 30 tipos diferentes de borracha são misturados em equipamentos imensos (máquinas Banbury), que funcionam a temperaturas e pressão extremamente altas. As substâncias são misturadas até que se forme uma massa preta e pegajosa, que será laminada diversas vezes.
2. Processamento ou corte: quando a borracha estiver esfriada, é transformada em placas, para seguirem ao corte. As máquinas de corte deixam a borracha em tiras, que serão usadas nos flancos e nos pisos dos pneus. Há outro tipo de borracha que vai revestir o tecido (rayon, nylon ou poliéster) que será utilizado na carcaça do pneu.
3. Talão: a próxima parte do processo de fabricação de um pneu consiste em encaixar o talão, que possui formato de aro, no pneu, responsável por fixá-lo na jante do veículo.
4. Lonas ou tecido: nessa hora, são adicionadas duas camadas de tecido, as telas, e mais um par de tiras de revestimento, que impedem o desgaste do pneu que ocorre devido à fricção da jante.
5. Piso: em seguida são colocadas as cintas de aço que resistem aos furos e mantêm o piso na estrada. Essa é a última parte adicionada, porque depois os cilindros automáticos comprimirem todas as partes bem juntas.
6. Vulcanização: a prensa de vulcanização dá ao pneu o seu formato final e o modelo do piso, através de moldes quentes, que possuem o modelo do piso, as marcas do fabricante e as marcas exigidas por lei que serão aplicadas no flanco. As temperaturas dessa etapa alcançam mais de 300 graus, durante 12 a 25 minutos.
7. Inspeção: qualquer problema encontrado é motivo para descartar o pneu. Ele é inspecionado manualmente por inspetores e por máquinas especializadas. Além da sua superfície, é inspecionado o seu interior através de raios-X e alguns pneus são escolhidos aleatoriamente para serem cortados e estudados detalhadamente.


Processo de garrafa PET

O processo de injeção-sopro é o mais importante e mais utilizado mundialmente. Neste processo, a produção de preformas e do sopro da garrafa são independentes, com a finalidade de otimizar a velocidade em ambos os processos.

Injetoras e sopradoras de alta velocidade, garantem o fornecimento ininterruptos de preformas e garrafas previamente rotuladas até a linha de envase. A fabricação de garrafas PET consiste num processo de moldagem de dois estágios: injeção e sopro.

Molda-se por injeção a preforma (matéria prima), que basicamente consiste em forçar por meio de um pistão, uma carga de material plástico aquecido em um cilindro, para um molde, no qual o material preenche as cavidades. Assim, adquire-se a conformação da peça desejada.

O processo de moldagem a sopro (alongamento, orientação) de garrafas PET é bem simples, mas os aspectos mecânicos reais de sua operação podem se tornar complexos. Primeiramente estira-se a preforma com uma haste de estiramento e aplica-se uma baixa pressão (pré-sopro) para prevenir que a preforma se encoste à haste. Logo após a haste de estiramento alcançar a posição final, aplica-se uma alta pressão (sopro), formando-se a garrafa com o mesmo formato existente na cavidade do molde.



Nome: Pedro Henrique

Pneu

O senso comum diria que basta pegar uma borracha e prensá-la de acordo com o tamanho de roda que a gente quer, certo?

Hoje em dia, a coisa é mais complicada. Primeiro, porque um pneu moderno leva um tipo especial de borracha - uma mistura de borracha natural, borracha sintética e o chamado "negro de fumo", um derivado do petróleo usado para deixar a mistura bem resistente. Segundo, porque a lista de ingredientes do pneu inclui camadas de poliéster, náilon e até aço.
Juntando essas substâncias com a borracha especial, os fabricantes conseguem produzir seis componentes diferentes, que serão usados para compor cada uma das partes do pneu (vejam quais são e para que servem abaixo). Cada uma dessas partes é fabricada separadamente. Para juntar tudo, as indústrias usam tambores e prensas - o resultado desse processo é um barrilzinho de borracha, que os técnicos chamam de "pneu verde". Para "amadurecer" e virar um pneu de verdade, ele ainda precisa passar pela chamada vulcanização.

Reciclagem

O ciclo de vida de uma lata de bebida de alumínio é de apenas 30 dias, de uma lata para outra. Nesse curto período, uma lata de bebida vai da prateleira para o consumidor e, depois, para uma instalação de reciclagem em que ela poderá ser refundida e reformatada em outra lata de bebida de alumínio com exatamente as mesmas características físicas da lata original. Como o alumínio pode ser reciclado sem nenhuma perda de qualidade, as latas de alumínio são o produto ideal para uma reciclagem de ciclo fechado.
As empresas de reciclagem desenvolvem o processo de reciclagem de latas de alumínio altamente eficiente que garante produtividade máxima, baixo consumo de energia e o produto final de mais alta qualidade. O processo de reciclagem ocorre em quatro etapas básicas:

Etapa 1 - Trituração da lata
Etapa 2 - Remoção de pintura
Etapa 3 – Derretimento
Etapa 4 - Fundição do alumínio

domingo, 23 de novembro de 2014

História da região do Jardim São Luiz através da memória de antigos moradores

TRABALHO COLABORATIVO AUTORAL – T.C.A.
História da região do Jardim São Luiz através da memória de antigos  moradores
Os pesquisadores devem ter a
consciência de que uma história de vida
 que nós escutamos não é feita para ser
arquivada ou guardada em uma gaveta como
 coisa, existe para transformar
a cidade onde ela floresceu (...)
Entrevista: Eclea Bosi-
 Revista do Programa de pós-graduação
 em Comunicação Social da Faculdade
de Comunicação e Artes
da PUC Minas – número 2 - 2012

Introdução
O bairro Jardim São Luiz está localizado na periferia da Cidade de São Paulo, na zona sul. É um distrito muito populoso apesar das dificuldades em saúde,  transporte,  educação,  lazer  e segurança. Isso significa que as pessoas continuam vindo pra esta região apesar das dificuldades já mencionadas.  Também é a região que nossas escolheram para morar, umas há muitos anos, outras há pouco tempo.

Justificativa
Por não haver uma história escrita sobre o bairro, nosso grupo de T.C.A. procurou saber melhor sobre o bairro e passar a mensagem do que construímos como conhecimento para as pessoas ficarem mais conscientes do bairro onde moram.

Objetivo
O objetivo deste trabalho foi pesquisar sobre a história do bairro em que moramos e verificar nas diferenças entre as décadas passadas e os dias de hoje. Para isso, realizamos pesquisas com os antigos moradores da região e construimos um  BLOG para que as pessoas entendam um pouco melhor nosso TCA.  Temos a intenção de fazer não um trabalho bibliográfico, uma pesquisa bibliográfica, nos livros e artigos, mas sim levantar a História pela memória dos antigos moradores. Acreditamos que “a memória pode ser uma fonte de interpretação histórica” ( BOSI, 1994, p.47).

Metodologia
A metodologia de pesquisa usada foi entrevistas orais com moradores do bairro,  que foram transcritas por nós e postadas em nosso BLOG. Também organizamos uma roda de conversa com dois moradores que vieram à nossa escola, nós os entrevistamos, todos fizeram perguntas,  nós filmamos essa conversa e postamos no BLOG. “Um mundo social que possui uma riqueza e uma diversidade que não conhecemos, pode chegar-nos pela memória dos velhos”  (BOSI, 1994, p. 40).

Desenvolvimento
Iniciamos nossos encontros lendo fragmentos do livro Memória e Sociedade: Lembranças de  Velhos, de Eclea Bosi, em que percebemos estamos fazendo História,  que a história pode ser contada a partir da memória das pessoas.
 Partindo para as entrevistas com antigos moradores, organizamos as perguntas que faríamos aos entrevistados. Selecionamos 13 perguntas para serem feitas, mas sabíamos que para cada resposta dada pelo entrevistado novas perguntas podiam surgir. Chegamos a simular uma entrevista entre nós para perceber que como poderia ser uma entrevista. Saímos a campo.
No próximo encontro começamos a digitar as entrevistas e partimos para a construção do BLOG. Usamos o Laboratório de Informática da EMEF Mauro Faccio Gonçalves- Zacaria em que o POIE Douglas Tomé gentilmente nos ensinou a construir um BLOG pessoal, à nossa escolha, para depois construirmos o BLOG- História da região do Jardim São Luiz através da memória de antigos  moradores.  Trabalhamos duro e conseguimos postar as primeiras entrevistas.
Nos encontros nas aula-projetos em nosso horário regular de aula, observamos o mapa do município de São Paulo. Fizemos exercícios com o mapa, localizamos a regiões de São Paulo, chamadas zonas. Vimos a Zona Sul, a Represa Guarapiranga, a Avenida Guarapiranga e a Av. M Boi Mirim, o Rio Pinheiros. Também estudamos sobre a construção da represa Gaurapiranga em 1907/1908, as mansões à beira da Represa, o surgimento do Parque Industrial do Jurubatuba com industrias multinacionais e a ocupação dos bairros próximos à Represa por pessoas das classes populares.
Observando o terreno baldio que existe em frente a escola e como estava sujo, pensamos em nos unir para retirar o lixo do terreno.  Dividimos nosso grupo  e 4 alunos e a professora Vilma, calçaram botas e luvas e recolheram 12 sacos de lixo do terreno.  Durante a limpeza passou um caminhão da Prefeitura com pessoas que limpam esgotos. Aqueles homens gentilmente colocaram os sacos de lixo dentro do caminhão,  passaram o rastelo no terreno e nos ajudaram com mais um pouco de lixo espalhados. A professora disse: Vocês caíram do céu! Até a madeira para colocar nossa placa eles fincaram no chão e bateram com martelo. Nossa placa dizia: a EMEF M’BOI MIRIM II CONSERVA ESTA ÁREA. Esta placa foi confeccionada em cartolina com letras garrafais pelo grupo que ficou dentro da escola com a Profª Solange.  Foi uma boa experiência de cidadania!
Diante disso tivemos a ideia de organizar um ABAIXO-ASSINADO solicitando à Prefeitura que seja construída uma PRAÇA no lugar do terreno baldio.
Partimos para  a coleta das assinaturas. Percebemos que as pessoas gostaram da ideia e não se negaram a assinar. Mas também ouvimos observacões de uma mãe que, apesar de assinar, disse que teme que a praça vire um local de “drogados”.
Preparamos um grande painel para a MOSTRA DO TCA que aconteceu no dia 08/11/14.
Continuamos a coleta das assinaturas para a construção da praça. Conseguimos 233 assinaturas e entregamos o Abaixo-assinado para o prof. José Henrique que é integrante do Conselho Participativo e vai levar nosso documento á Subprefeitura de M’Boi Mirim.  Vamos acompanhar!

Conclusões
Ficamos sabendo bastante coisa do bairro, que nem imaginávamos. O cemitério era uma Fazendo, tinha boi pastando, as pessoas chamavam de fazenda mesmo. Tinha uma cachoeira no córrego que passa atrás da escola, as pessoas vinham nadar ali, vinham moças de biquíni nadar ali, os meninos gostavam.  Era muito divertido nadar no córrego, era um lugar de lazer. Também contaram que os vizinhos eram sempre muito unidos, que quando chegava vizinho novo os outros faziam bolo. Não havia grades nas janelas, não tinha tanta violência. Um dos entrevistados conta que as pessoas que iam trabalhar passavam dentro do seu quintal, de manhãzinha, da cama dele, pela janela, ele os cumprimenta, isso era normal acontecer. Isso mostra que havia mais harmonia, mais tolerância, mais amizade.   A saúde era precária, não tinha UBS, nem hospital perto.  Tinha que andar muito pra pegar o ônibus, transporte era difícil.

Concluímos que quem morava aqui tinha muita dificuldade com saúde, transporte e educação, mas que em termos de violência e lazer era tudo bem melhor que hoje. Então, algumas coisas melhoraram, outras pioraram. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Entrevista com Maria do Socorro


Oi , meu nome é Jessica , tenho 15 anos e estudo na escola EMEF M’Boi  Mirim II.

Escrevi-me para o projeto TCA (trabalho colaborativo de autoria), sobre a história do meu bairro São Luiz.

Espero que gostem!

 

1)      Qual o seu nome?

Maria do Socorro

2)      Há quanto tempo você mora no bairro?

Há 53 anos.

3)      Data de nascimento? Onde você nasceu?

23/05/1943. Em são Paulo mesmo.

4)      Qual seu endereço?

R: Baltazar Gomes de Azevedo.

5)      Com quem você mora? Onde mora seus parentes?

Moro com meu marido. E meus parentes moram em Salvador.

6)      Onde você trabalha?

Agora trabalho num bar meu mesmo.

7)      Por que você veio morar aqui?

Por que quando eu cheguei aqui eu pensei “vou procurar uma casa confortável”, então achei essa com 5 cômodos.

8)      Como era o bairro quando você veio morar aqui?

Tinha muitas fazendas e cachoeiras, era todo mato.

9) O que mudou no bairro em relação á

*Transportes públicos (antes e depois)?

Antes não tinha ônibus rápido, não tinha peruas escolares. Agora tudo é mais prático.

*Lazer (antes e depois)?

Antes tinha umas praças, mas não tinha tanta graça assim, em minha opinião é claro! Agora tem brinquedos, bancos e muitas árvores em todo lugar (risos).

*Saúde em relação aos hospitais (antes e depois)?

Antes o atendimento já era bom, não era  bagunçado e nem demorado. Agora esta melhor ainda, tem mulheres do SUS que passam na minha casa para ver se esta tudo bem ou marcar consulta.

Entrevista com Carlos Peixoto


ENTREVISTAMOS CARLOS ANTONIO PEIXOTO. CARLOS MORA COM A ESPOSA E SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, TRABALHA NA ESCOLA EMEF M’BOI MIRIM II. FALA DA SUA INFÂNCIA  E FALA TAMBÉM DE COMO ERA O BAIRRO QUANDO ELE VEIO MORAR AQUI !

CONFIRA ESSA ENTREVISTAS ABAIXO !

 

Entrevista com Carlos Antônio Peixoto

 

1) Qual seu nome?

Carlos Antônio Peixoto

2) Data de nascimento ? Onde nasceu ?

21/11/1965. Em São Paulo mesmo.

3)Qual seu endereço?

Amiens, 68.

4) Com quem você mora ? Onde mora seus outros parentes ?

Carlos mora com a esposa dele e os animais de estimação. Os outros parentes moram em outras ruas e em outros estados.

5)Onde você trabalha ?

Na E.M.E.F. M’ Boi Mirim II.

6)Por que você veio morar aqui ?

Meu pai resolveu morar aqui por que nos morávamos no Jardim Universal.

7)Como era o bairro quando você veio morar aqui?

Quando eu vim morar aqui tinha uns 8 ou 9 anos de idade ,aqui em vez de ter a escola era igual ao interior com cachoeiras, gramados e lagos era muito bonito , era igual o paraíso.

8)O q mudou no bairro em relação a :

Transportes público (como era antes e agora )

Antes não tinha ônibus, tinha que ir La na piraporinha pegar ônibus.

E o lazer? (antes e depois)

Não era asfaltado.

Lazer deles era ficar no lago , piquenique, cachoeira,campo de futebol,parques de diversões e circo.

E a saúde ?

Só tinha os postos de saúde do chácara Santana ,hospital em Santo Amaro ou em lugares longe.

E a segurança / violência?

Menos violência, não tinha muitas escolas, podia deixar os filhos ir e vir da escola sem  preocupação nenhuma.

E a educação ?

Educação boa, agora as pessoas são menos educadas.

E o trabalho ?

 Antes tinha bastante emprego , agora mais ou menos.

E o comércio ?

Não tinha mercados só feiras , agora tem bastante mercados.

9)Como é o relacionamento entre os vizinhos?

Todo mundo era amigo um do outro ,quando um vizinho novo chegava ,eles, os vizinhos velhos com mais tempo que moravam no local, tentavam agradar com bolos, todos os vizinhos se falavam e eram reunidos.

10)Do que você sente falta no bairro ?

Antes tinha mais liberdades não tinha muita violência.

Agora você não tem mais liberdade só vê violência quando liga a TV .

11)Você gosta de morar aqui?

Gosto mas tenho saudades de antes.

12)Você tem fotografias?

Não tenho. Mas minha mãe ainda tem .

Entrevista com Elizete, moradora do bairro há 30 anos.


Entrevistamos a Dona Elizete, que mora no bairro há 30 anos.  Ela veio do interior da Bahia para ajudar sua irmã, que já morava em São Paulo.

Quando veio para cá não tinha tanta diferença do interior porque não tinha água encanada ainda, nem luz elétrica.

O lazer dela era ir ao circo ou parque eletrônico, como era chamado na época, hoje chamam de parque de diversões.

A violência não era tanta, muita das vezes podia sair tranquila, ela conta que tinham poucos hospitais públicos próximos. Esses detalhes são muitos... Você só encontra abaixo, confira!

 

1)Qual o seu nome ?

Elizete Maria

2)Data de nascimento ? Onde você mora?

03/03/1958 – Amargosa (BA)

3)Com quem você mora ? Onde mora seus outros parentes?

Moro com meu marido e meus filhos.

4)Onde você trabalha ou já trabalhou ?

Trabalho de empregada doméstica.

5)Por que veio morar aqui ?

Vim morar aqui pra ajudar minha Irma, a cuidar dos filhos dela.

6)Como era o bairro quando você veio morar aqui ?

Não tinha água encanada, nem luz elétrica, nem asfalto, só tinha árvores e mato.

7)O que mudou no bairro em relação a:

TRANSPORTE PÚBLICO? Pagava em dinheiro, tinha passe, e entrava pela porta de trás. Hoje tem Bilhete Único, não tem mais passe, entra pela porta da frente.

LAZER? Tinha um parque eletrônico (diversões) e um circo.

SAÚDE- Não tinha posto de saúde, tinha hospitais particulares próximos,mas público tinha que ir até Santo Amaro.

SEGURANÇA / Violência- Não tinha tanto assalto tão violento como hoje,tinha assalto, mas quando fosse sair não tinha tanta preocupação igual a hoje, e não tinha tantos tráficos de drogas próximos.

EDUCAÇÃO- Já havia prézinho e escolas.

TRABALHO- Antes não tinha tantas oportunidades, hoje tem mais oportunidades para achar  um emprego melhor.

9)Como é o relacionamento entre vizinhos ?

É bom! Mas não tenho muito relacionamento com eles,tem alguns vizinhos que ajudam quando precisam

10)Do que você sente falta no bairro?

Sinto falta de parques mais próximos, praças...

11)Você gosta de morar aqui ?

Não muito.

12)você tem fotografias ?

Não.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dados do distrito do São Luiz

 Informações
Território de vulnerabilidades - SUBPREFEITURA DE M'BOI MIRIM (Distritos do Jardim São Luiz e Jardim Angela )

Dados Gerais
População Total:  613 mil
Densidade demográfica: 9.770/Km2
Território em área manancial: 70%
População no agrupamento de alta a altíssima vulnerabilidade social: 60%
Nº de favelas:  170 (36 mil domicílios)
Nº de áreas de risco: 50
IDH (Censo 2010) escala de 0 a 1: 0,64
Mèdia de salários de chefe de família: R$ 780,00
Violência: nº de homicídios/100 mil hab: 89
Taxa de analfabetismo: 4,89%
Taxa de evasão escolar: 12,83%

Habitação: Risco e Exclusão na Fronteira Ambiental
Programa Habi-Sul
Sub-bacias Morro do S e Ponte Baixa
Ponte Baixa:
Nº de núcleos/favelas: 65
Nº de famílias: 15.869
Nº de remoções/moradiss necessárias: 3.057


>  Programas De Fase 1

 * Rede de coleta de esgosto ainda lançado na represa
* Atendimento habitancinais para 10.200 familas hoje asssitidas pelo bolsa-aluguel
* abastecimento e agua nao concluido

>  Problemas da fase 2

* Atendimento habitacional a 260 famílias hoje no aluguel-social 
* Concluir obras de saneamento básico
* Concluir pavimentação de vias
* Esgotamentos sanitário
* Rede de energia elétrica e iluminação pública

 > Fase 3 (2013-2015)
 
Lote 1

* 1 núcleo habitacional
* 2.500 Familias envolvidas
* 360 familias em atentimento habitacional

 Lote 2
 * 17 núcleos habitacionais
* 3.075 Familas envolvidas


Lote 3 

* 12 núcleo habitacionais
* 12.467 famiias envolvidas



MOSTRA DO TCA - TRABALHO COLABORATIVO DE AUTORIA

Criamos em grupo
Aprendemos em grupo
Dividimos o trabalho e a responsabilidade
Utilizamos conhecimentos e habilidades de cada um
Estamos nos organizando para ajudar a mudar um pouco a realidade do nosso bairro